A busca pela educação é uma forma de lutar contra toda opressão sofrida. Recuperam sua humanidade, questionando, transformando e recriando o seu cotidiano e tornam-se sujeitos restauradores da humanidade dos oprimidos e opressores. Freire (1989, p. 19) ressalta que “a alfabetização como ato de conhecimento, como ato criador e como ato político é um esforço de leitura do mundo e da palavra”. Daí surge a pedagogia libertadora, quando os indivíduos oprimidos lutam pela liberdade de si mesmo e dos opressores. No entanto esta ideia de liberdade a primeiro momento leva o oprimido a ser opressor do opressor, como diz Freire (2005, p. 21): O “homem novo”, em tal caso, para os oprimidos, não é o homem a nascer da superação da contradição, com a transformação da velha situação concreta opressora, que cede seu lugar a uma nova, de libertação. Para eles, o novo homem são eles mesmos, tornando-se opressores de outros. A sua visão do homem novo é uma visão individualista. Por fim, a educação c...